O retrato de Dorian Gray

Dorian Gray vende a sua alma em troca da juventude eterna. Basil Hallward pinta um quadro de Dorian a fim de capturar toda a força da sua juventude. Quando o retrato lhe é apresentado, Dorian faz uma promessa despreocupada: sacrificaria qualquer coisa, incluindo a sua alma, para ficar exatamente como aparece na obra. Mais tarde descobre que a passagem do tempo não lhe altera a sua extraordinária beleza, enquanto o seu retrato envelhece e revela a sua decadência interior, exteriorizando cada ato de violência e perversidade. A narrativa constitui uma reflexão sagaz e espirituosa sobre o envelhecimento, o prazer, o crime e o castigo, expressando as preocupações estéticas e os paradoxos morais de Wilde.

4.95

REF: 9789898898944 Categorias: , Etiqueta:

Detalhes

Capa

Mole

Dimensões

140 x 210 mm

Edição

05-2021

Idioma

Português

Páginas

256

Sobre o Autor

Oscar Wilde

Oscar Fingal O’Flahertie Wills, nasceu a 16 de outubro de 1854, em Dublin, Irlanda. Cresceu rodeado de intelectuais, num ambiente próspero ao seu desenvolvimento, filho do médico William Wilde e da escritora Jane Francesca Elgee, defensora do movimento para a independência irlandesa. Estudou na Faculdade de Trinity em Dublin, depois na de Magdalen, em Oxford e instalou-se em Londres, depois de terminar os seus estudos. Obtém destaque no mundo literário londrino, como ensaísta, crítico e poeta, muito rapidamente, graças ao seu talento, mas também ao seu natural encanto pessoal. O seu trabalho foi fundado no conceito de que as considerações estéticas devem impulsionar a vida como um método de lidar com as dificuldades do mundo moderno. O seu objetivo era mudar o tradicionalismo da época Vitoriana, injetando um tom vanguardista nas artes. Em 1895, Oscar Wilde foi condenado a dois anos de prisão e trabalhos forçados por atentado ao pudor, após acusações públicas de homossexualidade. Uma vez libertado foi morar em Paris, passando a usar o pseudónimo de “Sebastian Melmoth”. Passou o resto dos seus dias a viver em hotéis baratos, em permanente estado de embriaguez. Acaba por morrer, vítima de meningite, no dia 30 de novembro de 1900.

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