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O primo Basílio

Luísa e Jorge são a representação do casal modelo da burguesia portuguesa do século XIX, que vive pacatamente, ela ocupada com os seus romances e ele com o seu ofício de engenheiro, que o faz ter de partir para o Alentejo, durante algumas semanas. A partida de Jorge, o tédio em que vive Luísa e a chegada do primo Basílio suscitam o desenvolvimento de uma relação adúltera, onde a paixão e a volúpia dão rapidamente lugar ao sofrimento e à tragédia, situação a partir da qual a sociedade oportunista, imoral e que vive de aparências é fortemente criticada e denunciada, numa obra que é ainda uma das melhores da literatura portuguesa.

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REF: 9789899067868 Categoria:

Detalhes

Capa

Mole

Dimensões

140 x 210 mm

Edição

01-2023

Idioma

Português

Páginas

104

Sobre o Autor

Eça de Queirós

Eça de Queirós

José Maria Eça de Queirós nasceu no dia 25 de novembro de 1845, na cidade de Póvoa de Varzim. Passou a sua infância e adolescência longe da família, tendo sido criado pelos seus avós paternos, de origem brasileira. Em 1861 ingressou na Universidade de Coimbra, onde se formou em Direito. Foi durante esta época que se viu envolvido em vários movimentos estudantis, alguns destes liderados por Antero de Quental e Teófilo Braga. Após a conclusão dos estudos, em 1866, mudou-se para Lisboa. Residia com os pais, exercia advocacia e, no mesmo ano, fundou um jornal, principiando assim a sua carreira jornalística. Em 1871, na companhia de Ramalho Ortigão, deu início à publicação de As Farpas, um conjunto de crónicas satíricas acerca da vida portuguesa. Nos anos seguintes, construiu uma carreira diplomática, tendo exercido o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Os anos passados em países estrangeiros foram também os mais frutíferos para a sua produção literária, sempre dedicada à crítica da sociedade portuguesa. Publicou, entre outros, O Crime do Padre Amaro em 1875, a que se seguiram O Primo Basílio (1878), A Relíquia (1887) e Os Maias (1888), este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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