Lendas do Porto II

25.00

REF: 9789898016256 Categorias: ,

Sobre o Livro

Capa

Mole

Dimensões

180 x 250 mm

Edição

11-2012

Idioma

Português

Páginas

168

Sobre o Autor

Joel Cleto

Joel Cleto

Nasceu no Porto em 1965. Arqueólogo, historiador e divulgador do Património, é autor e apresentador, desde 2006, de um premiado programa semanal dedicado a estas temáticas na estação televisiva Porto Canal. Licenciado em História e Mestre em Arqueologia pela Universidade do Porto, está creditado pela Universidade do Minho como formador de Professores nessas mesmas áreas. Professor Especialista pelo Instituto Superior de Administração e Gestão (Porto) onde é docente das cadeiras de Património e História na licenciatura em Turismo. Autor de diversos livros e dezenas de ensaios e estudos de investigação, escreve regularmente na revista “O Tripeiro”, nas páginas da qual foram publicadas originalmente estas lendas. Foi agraciado em 2017, pela Autarquia do Porto, com a Medalha Municipal de Mérito, grau ouro.

joelcleto.no.comunidades.net
joel.cleto@gmail.com

Sérgio Jacques (fotografia)

Sérgio Jacques (fotografia)

Nasceu no Porto em 1964. Fotógrafo e editor, mestre em fotografia, colaborador em várias editoras e publicações. Autor e coautor de livros sobre história, arquitetura, turismo e gastronomia, atualmente vem desenvolvendo projetos fotográficos em torno do Património e da Memória Coletiva.

sergiojacques.blogspot.com

Depois do sucesso de “Lendas do Porto”, este segundo volume dá a conhecer mais duas dezenas de histórias tradicionais da região, não abdicando de uma análise crítica que não só explica o que nelas é inverosímil, mas que valoriza também o que nelas há de credível. Do povo que habitava há mais de dois mil anos o Monte da Senhora da Saúde, de que se perdeu a memória, até aos surpreendentes materiais de construção utilizados por Siza Vieira na Casa de Chá da Boa Nova, o leitor encontrará também, ao longo das páginas deste livro, as lendas que justificaram a relação da cidade com os seus três santos padroeiros, o motivo da associação do Futebol Clube do Porto ao dragão, a explicação de topónimos como Vitória e Campanhã. E porque o Porto é um território comum de Identidade, de Memória e de Património(s), de uma comunidade que não se confina ao espaço definido pelo rio Douro e pela Estrada da Circunvalação, as lendas que explicam a construção da igreja de Matosinhos, o reflexo da peste negra nas margens de Gaia, ou a origem das Águas Santas da Maia, juntam-se às suas congéneres portuenses, à mistura com tesouros até hoje escondidos, belas mouras encantadas, misteriosas deslocações de igrejas…

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