Almas imperfeitas

George Sand baseia este livro na sua tempestuosa relação romântica com Alfred de Musset. Uma das romancistas mais bem sucedidas do século XIX, e o jovem poeta Alfred de Musset fizeram da sua história de amor uma fonte de inspiração infinita, desde o seu amor à primeira vista até à sua tumultuosa relação envolvendo todo o tipo de excessos, enganos, juramentos, e lágrimas. O livro sublinha a natureza complexa das relações humanas, bem como a natureza complexa do amor; deixando-nos, além disso, intrigados com o significado do amor. Por outro lado, mostra como a desconfiança e o ciúme podem destruir a relação romântica, fazendo-nos pensar se o sofrimento faz realmente parte da relação. Do triunfo da paixão ao seu declínio, Thérèse e Laurent vão descobrir-se, amar-se e despedaçar-se, no decurso de uma história fantástica e sombria, onde o ciúme e a morte nunca estão longe dos desejos mais ardentes.

4.95

REF: 9789899067592 Categorias: , Etiqueta:

Detalhes

Capa

Mole

Dimensões

140 x 210 mm

Edição

01-2022

Idioma

Português

Páginas

192

Sobre o Autor

George Sand

Amantine Lucile Aurore Dupin, também conhecida como “George Sand”, nasceu a 1 de julho de 1804 em Paris. Era a filha de um soldado que tinha antepassados na família real polaca. A sua mãe, no entanto, era prostituta. A vida de George Sand estava condenada desde o início a ser pouco convencional. O seu pai morreu quando ela tinha quatro anos, deixando-a para ser criada pela sua mãe e avó paterna. A jovem Aurore, como era chamada, passou vários anos num convento em Paris. Casou com o filho de um barão quando tinha 19 anos e teve dois filhos. Oito anos depois, insatisfeita com a falta de amor do seu marido, Aurore divorciou-se dele e começou o primeiro de uma série de namoros acalorados em Paris, como o escritor Jules Sandeau, com quem co-escreveu o seu primeiro romance sob o pseudónimo Jules Sand. Escreveu autobiografia, crítica literária e obras dramáticas, para além de uma série de romances pastorais, começando com Indiana em 1832. Lutou pelos direitos da mulher e o casamento baseado no amor mútuo e não na propriedade, fortuna ou prestígio. Também se interessou por iniciativas sociais e políticas, e trabalhou brevemente com Karl Marx. Flaubert e Honoré De Balzac eram ambos fãs do seu trabalho. A vida de George Sand era pouco ortodoxa em muitos aspectos, incluindo o seu gosto por se vestir com roupa masculina para obter acesso a zonas de Paris onde não era apropriado para as senhoras. Faleceu em 1876 em Nohant, numa propriedade que herdara da sua avó, com 72 anos.

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